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Aprendizagem emocional – o desafio da nova era.

A aprendizagem emocional pode ser o nosso bote salva-vidas. Esse período, que se estende cada vez mais, está trazendo desafios pedagógicos pra lá de interessantes. Passamos a questionar nosso papel na sociedade, nosso papel como educadores, como gestores, como mães e pais.

 

Quem são nossos alunos? Que educadores estamos nos tornando?

O espaço entre nós!

A distância de gerações sempre foi um desafio para a comunicação, porém, tínhamos contato com os alunos em ambiente escolar por 5 dias na semana, fazendo com que essa comunicação se equalizasse naturalmente. Coisa que já não acontece com o ensino a distância.

Portanto, o que aumenta a distância não é apenas o conhecimento tecnológico, mas sim os comportamentos gerados pelo mundo tecnológico vivenciado por nossos alunos, ao qual não temos penetração ou chance de equilibrar a influência.

Em meio a tudo isso podemos encontrar um ponto de intersecção que são as emoções.

Independentemente da idade, as emoções são sentidas em maior ou menor intensidade, mas ainda assim o medo, a alegria, a raiva e tantas outras emoções se apresentam para todos igualmente.

Aprendizagem emocional: o desafio da nova era.

Durante muito tempo nossa cultura, fortemente centrada no conceito de racionalidade, reservou um lugar secundário para a emoção. Era como se esta fosse uma espécie de prima pobre da Inteligência.

Especialmente no ambiente profissional, a tendência a emocionar-se é considerada uma fraqueza. Nesse sentido podemos dizer que Isso é um erro, uma vez que a emoção está profundamente relacionada à motivação – fator indispensável ao comprometimento com a organização e à produtividade no trabalho.

Entretanto, os recentes acontecimentos nos trouxeram mudanças positivas nesse sentido. Uma criança pode ser mais tecnológica que seu professor, mas ambos sentem medo, tristeza pela perda de parentes, angústias e saudade do convívio.

A solidariedade na sala de aula

A solidariedade foi despertada pela empatia e muitos educadores perceberam que seu papel transcendia o ensino da matéria em questão.

Valorizar as emoções é enaltecer uma característica do que é vivo, sente e pensa – ou seja, de todos nós.

Contatou-se que a capacidade de lidar com as emoções é mais importante para o sucesso na vida do que o Quociente de Inteligência (QI).

Essa descoberta não é recente e foi popularizada através do livro de Daniel Goleman, “Inteligência Emocional” de 1995, mas nunca havíamos vivenciado algo tão profundo em amplitude mundial, como a pandemia de Covid-19 está nos trazendo.

Ensinar a sentir tornou-se, secretamente, parte da grade escolar.

Quase todos os nossos alunos estão lidando com a perda de familiares e as emoções que os afetam, assim como nós, educadores.

Nesse sentido, nosso grande desafio ultrapassa a barreira física de conhecimento tecnológico para uma relação humanizada, onde todos estamos inseridos como seres humanos que somos.

Se René Descartes estivesse em nosso tempo, provavelmente repensaria sua célebre frase para: Sinto, logo, existo.

Aprendizagem Emocional: Aspectos Neurobiológicos

Este é um dos cursos do IMEP que tem auxiliado muitos educadores a identificarem a relação dos aspectos emocionais no processo de aprendizagem, proporcionando uma melhor atuação de profissionais, ao elaborarem ações e práticas educativas mais eficazes, em prol de seus alunos.

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