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As Mulheres na Ciência

Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres na Ciência (11 de fevereiro), vamos abordar esse tema mostrando alguns dos avanços obtidos por incríveis mulheres que venceram obstáculos e barreiras para se tornarem cientistas.

Mesmo que muitos ainda desconheçam, é grande a lista de mulheres que conseguiram gerar grandes contribuições para o desenvolvimento da ciência.

Frequentemente, as imagens relacionadas à ciência, presentes em nosso dia a dia, são predominantemente masculinas. No entanto, existem vários avanços no campo da ciência e tecnologia desenvolvidos por incríveis mulheres cientistas.

A descoberta do DNA, dos cromossomos Y e X e do vírus HIV, por exemplo, são conquistas femininas.

As mulheres representam apenas 28% dos pesquisadores no mundo e a diferença aumenta ainda mais em funções de gestão, dificuldades de acesso aos investimentos, rede de ensino e suporte familiar – segundo a Unesco, agência da Organização das Nações Unidas (ONU).

Para as Nações Unidas, ciência e igualdade de gêneros são vitais para alcançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Então, vamos conhecer algumas dessas incríveis mulheres!

 

Antídoto do envenenamento por monóxido de carbono e cianeto.

Nascida em 1888, Matilda Moldenhauer Brooks formou-se na Universidade Harvard e atuou nas áreas de Biologia e Biologia Celular.

Quando um médico escreveu sobre a utilização do composto azul de metileno para tratar envenenamento por cianeto omitindo seu nome da pesquisa, Matilda se posicionou, escrevendo para o Conselho de Administração do Mount Holyoke College e assim conquistando seu lugar de direito.

 

A pioneira da programação

Ada Lovelace é considerada a mãe da computação. Filha do poeta Lorde Byron, desde muito nova já demonstrava ter grande domínio de diferentes áreas e, aos 17 anos, se comunicava por cartas com Charles Babbage que tentava desenvolver uma máquina analítica – uma ideia inicial de um computador.

Foi Ada quem desenvolveu a linguagem para o projeto. Suas anotações são o primeiro algoritmo criado para ser usado em um computador, por isso ela é considerada a primeira pessoa a programar em toda a história.

 

A primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel

Marie Curie foi uma química e física polonesa, nascida em 1867. Dedicou a vida aos estudos da radioatividade, tanto que adoeceu devido à alta exposição à radiação.

Considerada a pioneira no estudo da Radioatividade clássica, além disso, ela descobriu os elementos polônio e rádio.

Foi a primeira mulher a ganhar um prêmio Nobel e ainda o conquistou por duas vezes! Foi também a primeira mulher a atuar como professora na Universidade de Paris.

 

Um computador humano

O filme “Estrelas além do tempo” inspirado na história de Katherine Johnson, retrata seu pioneirismo. Ela precisou quebrar dois preconceitos: de ser mulher na ciência e mulher negra como cientista.

Katherine trabalhou na NASA durante 33 anos e ao longo da sua trajetória atuou como computador humano (realizando cálculos), foi promovida a líder de cálculos e participou de equipes com missões para a Lua e Marte.

 

Esses são apenas alguns exemplos de incríveis mulheres que deixaram grandes contribuições não apenas em sua área de atuação, mas principalmente quebrando padrões e preconceitos.

Foi pensando nisso, que em 2016, a ONU criou o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência com o objetivo de honrar nomes como Marie Curie, Rosalind Franklin e Nettie Stevens, e inspirar e engajar outras meninas a seguirem esse caminho.

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